






O projeto
RAYA RAMIWA. EM HÃTXA KUIN, SIGNIFICA TRABALHO DE TRANSFORMAÇÃO
O projeto nasce da colaboração entre indígenas e não indígenas, por meio de um caminho compartilhado, uma aliança materializada no encontro entre diferentes saberes do Instituto Yakã e da comunidade Huni Kuin da Aldeia Arco-Íris, do Jordão, no Acre, no coração da Floresta Amazônica.

Desenho da aldeia Arco-ìris vista de cima. Uma forma tradicional de representação entre o povo Huni Kuin.

Desenho da aldeia Arco-ìris vista de cima. Uma forma tradicional de representação entre o povo Huni Kuin.
Raya Ramiwa representa a construção de percursos compartilhados e reafirma uma pergunta que talvez esteja entre as mais importantes do nosso tempo:
Sua inspiração conceitual está ligada à palavra Aruá, que significa proteção e orienta ações voltadas ao fortalecimento de três dimensões fundamentais: Cultura e Educação, Saúde e Território.

No alto da Shuna, árvore sagrada conhecida como a raiz da floresta, os Txanas cantam com as vozes de um povo inteiro.
Sua inspiração conceitual está ligada à palavra ARUÁ, que significa "proteção" em Hãtxa Kuin.
Ela orienta ações voltadas ao forta-lecimento de três dimensões principais:
>Saúde;
>Cultura e Educação;
>Território.

No alto da Shuna, árvore sagrada conhecida como a raiz da floresta, os Txanas cantam com as vozes de um povo inteiro.
Mais do que um projeto, Raya Ramiwa é um movimento. Um convite de construção coletiva de caminhos em que ancestralidade e contemporaneidade se encontram para imaginar e sustentar futuros possíveis, criando intercâmbios de conhecimento com a floresta e com os saberes tradicionais.

Cássia e Alexia, aprendizes atentas às tradições do seu povo.
Mais do que um projeto, Raya Ramiwa é um movimento. Um convite de construção coletiva de caminhos em que ancestralidade e contemporaneidade se encontram para imaginar e sustentar futuros possíveis, criando intercâmbios de conhecimento com a floresta e com os saberes tradicionais.

Cássia e Alexia, aprendizes atentas às tradições do seu povo.
Raya Ramiwa representa a construção de percursos compartilhados e reafirma uma pergunta que talvez esteja entre as mais importantes do nosso tempo:
O QUE ACONTECE QUANDO DIFERENTES MUNDOS DEIXAM DE TENTAR ENSINAR UNS AOS OUTROS…
… e começam, finalmente, a se escutar e a transformar juntos?
O QUE ACONTECE QUANDO DIFERENTES MUNDOS DEIXAM DE TENTAR ENSINAR UNS AOS OUTROS
E COMEÇAM, FINALMENTE, A SE ESCUTAR E A TRANSFORMAR JUNTOS?
ALDEIA ARCO-ÍRIS
ACRE - RIO JORDÃO
Floresta Amazônica
-9.283134403561242
-71.91698546710434


O local
ALDEIA ARCO-IRIS
Localizada na Terra Indígena Kaxinawá do Seringal Independência, no Jordão, Acre, na Floresta Amazônica, a Aldeia Arco-Íris pertence ao povo Huni Kuin. O município de Jordão está entre as regiões mais isoladas da Amazônia acreana, acessível apenas por aeronaves monomotoras e por pequenas canoas motorizadas, as "voadeiras" que percorrem os rios da região.
Localizada na Terra Indígena Kaxinawá do Seringal Independência, no Jordão, Acre, na Floresta Amazônica, a Aldeia Arco-Íris pertence ao povo Huni Kuin. O município de Jordão está entre as regiões mais isoladas da Amazônia acreana, acessível apenas por aeronaves monomotoras e por pequenas canoas motorizadas, as "voadeiras" que percorrem os rios da região.

Txima Inani Bake, professora, pesquisadora e liderança feminina da Aldeia Arco-ìris.
Pequena em tamanho, mas gigante em propósito, a Aldeia Arco-Íris é formada por aproximadamente 15 famílias que compartilham o compromisso com a educação e o desenvolvimento da comunidade. Mesmo sendo uma das menores aldeias da região, tornou-se referência para outras aldeias pela capacidade de articular tradição e transformação.

Pajé Mãntaka. Liderança política e espiritual da Aldeia Arco-Íris, profundo conhecedor das medicinas da floresta.

Aldeia Arco-Íris, em Jordão (AC). No território do povo Huni Kuin, o manto verde da floresta é desenhado pelo caminho do rio.
A Arco-íris passou a dialogar com profissionais da pesquisa, das artes, da história, da psicologia, da biologia, do design, da arquitetura, da moda e da educação, com intenção em construir relações mais horizontais entre saberes indígenas e não indígenas.
É desse encontro que surge a aproximação com o Instituto Yakã e, posteriormente, o projeto Raya Ramiwa, como uma ação conjunta.

Kupixaua. O coração da aldeia. Um espaço onde convivência mantêm viva a força da comunidade.
A liderança
POVO
HUNI KUIN
À frente da coordenação das ações da aldeia está Txima Inani Bake, , professora formada em Pedagogia e dedicada ao estudo da tradição. Seu trabalho busca garantir que cultura, espiritualidade e futuro caminhem juntos.
Sua trajetória é fortalecida pela liderança de seu pai, o Pajé Mãtaka, profundo conhecedor das medicinas da floresta, e de sua mãe, Pãteani, mestre tecelã e guardiã de conhecimentos e tecnologias ancestrais transmitidos entre gerações.

Huni Kuin significa "povo verdadeiro", nome pelo qual esse povo também é conhecido.


Kupixaua. O coração da aldeia. Um espaço onde convivência mantêm viva a força da comunidade.
Apesar da riqueza cultural, espiritual e histórica do povo Huni Kuin, muitas comunidades ainda convivem com desafios relacionados à infraestrutura, saúde e educação.
É desse encontro que surge a aproximação com o Instituto Yakã e, posteriormente, o projeto Raya Ramiwa, como uma ação conjunta.
Pequena em tamanho, mas gigante em propósito, a Aldeia Arco-Íris é formada por aproximadamente XX famílias que compartilham o compromisso com a educação e o desenvolvimento da comunidade. Mesmo sendo uma das menores aldeias da região, tornou-se referência para outras aldeias pela capacidade de articular tradição e transformação.
Nesse contexto, iniciativas independentes, instituições, coletivos, ongs e o turismo etnográfico tornam-se importantes instrumentos de apoio, intercâmbio e fortalecimento cultural. Mais do que viabilizar ações nos territórios, essas iniciativas contribuem para a valorização dos saberes ancestrais, a ampliação de oportunidades para as novas gerações e para proteção da Floresta Amazônica.
A liderança
POVO
HUNI KUIN
À frente da coordenação das ações da aldeia está Txima Inani Bake, , professora formada em Pedagogia e dedicada ao estudo da tradição. Seu trabalho busca garantir que cultura, espiritualidade e futuro caminhem juntos.
Sua trajetória é fortalecida pela liderança de seu pai, o Pajé Mãtaka, profundo conhecedor das medicinas da floresta, e de sua mãe, Pãteani, mestre tecelã e guardiã de conhecimentos e tecnologias ancestrais transmitidos entre gerações.

Huni Kuin significa "povo verdadeiro", nome pelo qual esse povo também é conhecido.


Kupixaua. O coração da aldeia. Um espaço onde convivência mantêm viva a força da comunidade.
A aldeia passou a dialogar com profissionais da pesquisa, das artes, da história, da psicologia, da biologia, do design, da arquitetura, da moda e da educação, com intenção em construir relações mais horizontais entre saberes indígenas e não indígenas.
É desse encontro que surge a aproximação com o Instituto Yakã e, posteriormente, o projeto Raya Ramiwa, como uma ação conjunta.
Pequena em tamanho, mas gigante em propósito, a Aldeia Arco-Íris é formada por aproximadamente XX famílias que compartilham o compromisso com a educação e o desenvolvimento da comunidade. Mesmo sendo uma das menores aldeias da região, tornou-se referência para outras aldeias pela capacidade de articular tradição e transformação.
Nesse contexto, iniciativas independentes, instituições, coletivos, ongs e o turismo etnográfico tornam-se importantes instrumentos de apoio, intercâmbio e fortalecimento cultural. Mais do que viabilizar ações nos territórios, essas iniciativas contribuem para a valorização dos saberes ancestrais, a ampliação de oportunidades para as novas gerações e para proteção da Floresta Amazônica.

O RAYA RAMIWA TEM COMO PRINCÍPIO O CONCEITO ARUÁ, A PROTEÇÃO DAQUILO QUE SUSTENTA A VIDA NA FLORESTA.
O RAYA RAMIWA TEM COMO PRINCÍPIO O CONCEITO ARUÁ, A PROTEÇÃO DAQUILO QUE SUSTENTA A VIDA NA FLORESTA.
O RAYA RAMIWA TEM COMO PRINCÍPIO O CONCEITO ARUÁ, A PROTEÇÃO DAQUILO QUE SUSTENTA A VIDA NA FLORESTA.
A PARTIR DESSA VISÃO, O PROJETO ATUA NO FORTALECIMENTO DA CULTURA E DA EDUCAÇÃO, DA SAÚDE E DO TERRITÓRIO, BUSCANDO AMPLIAR A AUTONOMIA DA COMUNIDADE E VALORIZAR OS SABERES ANCESTRAIS.
A PARTIR DESSA VISÃO, O PROJETO ATUA NO FORTALECIMENTO DA CULTURA E DA EDUCAÇÃO, DA SAÚDE E DO TERRITÓRIO, BUSCANDO AMPLIAR A AUTONOMIA DA COMUNIDADE E VALORIZAR OS SABERES ANCESTRAIS.
A PARTIR DESSA VISÃO, O PROJETO ATUA NO FORTALECIMENTO DA CULTURA E DA EDUCAÇÃO, DA SAÚDE E DO TERRITÓRIO, BUSCANDO AMPLIAR A AUTONOMIA DA COMUNIDADE E VALORIZAR OS SABERES ANCESTRAIS.
Projeto em ação
transform (Ações)

Exposição: resultado do trabalho, visão e olhar para a escola do futuro.
Durante a última imersão do Raya Ramiwa na aldeia, promovida pelo Instituto Yakã, ao lado de um grupo especialista, lideranças índigenas e com a participação de toda a comunidade, diversas ações começaram a ser construídas coletivamente a partir das necessidades identificadas.

Saberes das mulheres: rodas de conversas sobre saúde feminina, métodos contraceptivos e conhecimentos femininos.

Saúde na prática: a presença de um profissional da saúde no grupo possibilitou a coleta de amostras e encaminhamentos voltados à saúde imunológica.

Troca de saberes e fazeres: oficinas de preparos e aproveitamentos.

Soberania alimentar: a abundância vinda dos alimentos.

Roda de conversas: discussões, dúvidas e trocas sobre o homem, a floresta e a saúde masculina.

Medicinas da floresta: cuidar da saúde é também preservar a tradição.


PROTEÇÃO DA SAÚDE
Foram realizadas palestras sobre saúde feminina e saúde masculina, conversas sobre métodos anticoncepcionais, intercâmbio de receitas e hábitos alimentares, coleta de amostras para estudos e encaminhamentos relacionados à saúde imunológica, distribuição de peças de moda íntima e reflexões sobre saúde sistêmica, compreendendo como cultura, território, alimentação, relações sociais e modos de vida impactam diretamente o bem-estar coletivo.

Texto
Foram realizadas palestras sobre saúde feminina e saúde masculina, conversas sobre métodos anticoncepcionais, intercâmbio de receitas e hábitos alimentares, coleta de amostras para estudos e encaminhamentos relacionados à saúde imunológica, distribuição de peças de moda íntima e reflexões sobre saúde sistêmica, compreendendo como cultura, território, alimentação, relações sociais e modos de vida impactam diretamente o bem-estar coletivo.
PROTEÇÃO DO TERRITÓRIO
PROTEÇÃO DO TERRITÓRIO

Texto

Foram iniciadas melhorias na infraestrutura da aldeia, incluindo a reforma da cozinha coletiva com instalação de pias e adequações no encanamento, reorganização do sistema de escoamento de águas cinzas, realocação de saídas de água para melhoria das condições sanitárias e implantação de jardins de absorção para reduzir áreas de lama e auxiliar no manejo natural da água.
Também foram realizadas reuniões para definição do futuro espaço da escola, reconhecimento e medição da terra indígena, levantamento das necessidades de infraestrutura da comunidade e análises topográficas para orientar a expansão planejada da aldeia.
Também foram realizadas reuniões para definição do futuro espaço da escola, reconhecimento e medição da terra indígena, levantamento das necessidades de infraestrutura da comunidade e análises topográficas para orientar a expansão planejada da aldeia.
Foram iniciadas melhorias na infraestrutura da aldeia, incluindo a reforma da cozinha coletiva com instalação de pias e adequações no encanamento, reorganização do sistema de escoamento de águas cinzas, realocação de saídas de água para melhoria das condições sanitárias e implantação de jardins de absorção para reduzir áreas de lama e auxiliar no manejo natural da água.
Também foram realizadas reuniões para definição do futuro espaço da escola, reconhecimento e medição da terra indígena, levantamento das necessidades de infraestrutura da comunidade e análises topográficas para orientar a expansão planejada da aldeia.



Raya Ramiwa: o trabalho de transformação acontecendo na prática.

Transformações na prática: reforma da cozinha comunitária.

Imersão: Shuna Tatxa é um espaço sagrado da Aldeia onde a biodiversidade, a espiritualidade e as medicinas da floresta permanecem protegidas.

Manejo natural: utilização de plantas nativas para filtrar as águas cinzas ao redor da casa.

Jardins: construção de sistemas naturais para drenagem e tratamento das águas cinzas através das plantas nativas.

Proteção do Território: melhorias estruturais concretas para a comunidade.

Projetos e ações: Pajé Mãntaka traduzindo em desenho os desejos da comunidade.


Educação: Traços que contam histórias e aproximam mundos.

Grafismo na pele: arte, proteção e respeito ao território

Artista: Txaná Kupi, o artista desenha a árvore genealógica das famílias da arco íris.

Grafismo: Hashuani, recebendo a pintura de genipapo.

Olhares atentos: noites de encontros trocas e relações.

Nixpupima: um batismo do Txaná, que inscreve no corpo a memória e a continuidade de um povo.

Geração: o traço do Pajé Mântaka imagina a escola do futuro.

Nixpupima: um batismo do Txaná, que inscreve no corpo a memória e a continuidade de um povo.

Histórias e memórias: à luz da noite, histórias atravessam gerações.

A música: cada encontro encontra um trilha sonora da floresta.

Saberes e fazeres: após um dia de trabalho, uma noite de partilha.

Tradição: nas mãos de Camila, o saber ancestral segue sendo tecido.

Tecer é aprender: entre o brincar e o aprender aos 11 anos, as meninas da aldeia iniciam o aprendizado do tear.

Anciã: Pãntani ensina que os kenês são mais do que grafismos; são memória, identidade e conhecimento.

Saberes e fazeres: entre papéis e tintas, indígenas e não indígenas constroem juntos o Raya Ramiwa.

Registros: o papel também guarda a memória da floresta.
PROTEÇÃO DA CULTURA E EDUCAÇÃO

Texto
Aconteceram oficinas de desenho, pinturas corporais e intercâmbio de técnicas tradicionais, visitações aos espaços sagrados da aldeia, experiências com as medicinas da floresta, atividades recreativas com crianças envolvendo brincadeiras, esportes e música, além de discussões para ampliação da oferta educacional, incluindo a implantação do ensino médio para atender também aldeias vizinhas.
Paralelamente, foram iniciadas reflexões sobre soberania alimentar e propostas que conectam educação, território e autonomia comunitária.
PROTEÇÃO DA CULTURA E EDUCAÇÃO

Texto
Aconteceram oficinas de desenho, pinturas corporais e intercâmbio de técnicas tradicionais, visitações aos espaços sagrados da aldeia, experiências com as medicinas da floresta, atividades recreativas com crianças envolvendo brincadeiras, esportes e música, além de discussões para ampliação da oferta educacional, incluindo a implantação do ensino médio para atender também aldeias vizinhas.
Paralelamente, foram iniciadas reflexões sobre soberania alimentar e propostas que conectam educação, território e autonomia comunitária.
ESSAS AÇÕES JÁ ESTÃO EM ANDAMENTO E SEGUEM ABERTAS A NOVAS CONEXÕES
É possível contribuir fortalecendo frentes já existentes ou propondo novas iniciativas que dialoguem com os princípios do projeto.
ESSAS AÇÕES JÁ ESTÃO EM ANDAMENTO E SEGUEM ABERTAS A NOVAS CONEXÕES
É possível contribuir fortalecendo frentes já existentes ou propondo novas iniciativas que dialoguem com os princípios do projeto.

Conexões: no pé no Shuna, os texanas convidam ao encontro.


( novos tempos)
em Hãtxa Kuin

Tear: Mestra Pãntani e a continuidade de um saber ancestral.
O futuro

João, Cassina e Alexia: crescer na floresta é aprender a cuidar dela
é ancestral

Pajé Mãntaka: guardião das medicinas da floresta.

Jovem Pajé Kean: símbolo de que tradição e futuro caminham juntos.

Pequeno Irineu: um sinal de que o encontro deu certo

Raya Ramiwa: indígenas e não indígenas no coração da floresta para fortalecer saberes e construir futuros em comum.

Txana Kupi: na voz, na arte e nos saberes, a tradição encontra uma nova geração

Texto

Jovem Pajé Kean: símbolo de que tradição e futuro caminham juntos.

Pequeno Irineu: um sinal de que o encontro deu certo

Raya Ramiwa: indígenas e não indígenas no coração da floresta para fortalecer saberes e construir futuros em comum.

Txana Kupi: na voz, na arte e nos saberes, a tradição encontra uma nova geração

Texto

União: um novo tempo nasce em cada geração.

Grafismo: Na pele, a tradução do tempo Xinã Bena.

Mascote: A arara sexta-feira também integra o Raia Ramiwa.

Jovem Pajé Kean: símbolo de que tradição e futuro caminham juntos.

Pequeno Irineu: um sinal de que o encontro deu certo

União: um novo tempo nasce em cada geração.

Grafismo: Na pele, a tradução do tempo Xinã Bena.

Mascote: A arara sexta-feira também integra o Raia Ramiwa.

Jovem Pajé Kean: símbolo de que tradição e futuro caminham juntos.

Pequeno Irineu: um sinal de que o encontro deu certo

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Equipe yakã: Miguel Cãnas Martins, Vinicius Schane, Monica Godoy.
INSTITUTO QUE SE MOVIMENTA NO CURSO DO NOVO, DEIXANDO MARCAS DE MUDANÇA QUE FAZEM NO VERBO GERÚNDIO.
INSTITUTO QUE SE MOVIMENTA NO CURSO DO NOVO, DEIXANDO MARCAS DE MUDANÇA QUE FAZEM NO VERBO GERÚNDIO.

Equipe yakã: Miguel Cãnas Martins, Vinicius Schane, Monica Godoy.
Yakã em Guarani Mbya significa "Rio" — corrente e fluidez.


Educação: a natureza é sempre nossa sala de aula predileta.

Educação: a natureza é sempre nossa sala de aula predileta.
O Yakã é um instituto sem fins lucrativos, um superorganismo transdisciplinar formado por pessoas, histórias, saberes e marcas diferentes que se movem em direção a propósitos comuns e atuam de maneira coletiva e criativa, conectando pessoas, territórios, ideias e experiências através da escuta, da criação e da transformação.
O Yakã é um instituto sem fins lucrativos, um superorganismo transdisciplinar formado por pessoas, histórias, saberes e marcas diferentes que se movem em direção a propósitos comuns e atuam de maneira coletiva e criativa, conectando pessoas, territórios, ideias e experiências através da escuta, da criação e da transformação.
Dialogamos com a sustentabilidade, com a cultura, com o desenho, com a história, com a moda, com o design, com a arquitetura e com a psicanálise. Usamos a natureza como elemento pedagógico e a criatividade como ferramenta de transformação, conexão e construção coletiva.

Oficinas: partilhar a criatividade e a atenção através de oficinas.

Oficinas: partilhar a criatividade e a atenção através de oficinas.
Dialogamos com a sustentabilidade, com o desenho, com a história, com a moda, com o design, com a arquitetura e com a psicanálise. Usamos a natureza como elemento pedagógico e a criatividade como ferramenta de transformação, conexão e construção coletiva.

Pesquisas Yakã: toda pesquisa começa pela escuta
Projetos de empreendedorismo social;
Ações educacionais, cursos e palestras;Jornadas de aprendizagem;Consultorias;Direção criativa;Experiências imersivas;
Expedições;Parcerias institucionais com aldeias, comunidades, universidades, ONGs, fundações e empresas.
Atuamos em:
Projetos de empreendedorismo social;
Ações educacionais;
Jornadas de aprendizagem;
Consultorias;
Direção criativa;
Experiências imersivas;
Parcerias institucionais com aldeias, comunidades, universidades, ONGs, fundações e empresas.

CONEXÃO ∞
CONEXÃO ∞
NATUREZA ✻
NATUREZA ✻
← ANCESTRALIDADE
← ANCESTRALIDADE
CONEXÃO ∞
NATUREZA ✻
ANCESTRALIDADE←
Acreditamos na ∞conexão como chave para a evolução, na
✻natureza como parâmetro sagrado e na ←ancestralidade como catalisadora criativa do futuro.
Nossos projetos nascem do encontro entre diferentes saberes e da crença de que experiências verdadeiramente transformadoras acontecem quando escuta, repertório e sensibilidade caminham juntos.
Acreditamos na ∞conexão como chave para a evolução, na
✻natureza como parâmetro sagrado e na ←ancestralidade como catalisadora criativa do futuro.
Nossos projetos nascem do encontro entre diferentes saberes e da crença de que experiências verdadeiramente transformadoras acontecem quando escuta, repertório e sensibilidade caminham juntos.

Palestras Yakã: compartilhando metodologias para inspirar novas formas de criar, ou de estar no mundo.
Desfazemos fronteiras para unir diferentes mundos e entendemos que o todo é maior que a soma das partes. Trabalhamos a abundância como prática coletiva.

Expedição Xingu: diferentes territórios, diferentes caminhos para aprender a aprender.
SOMOS CONTADORES DE HISTÓRIAS, CRIADORES DE EXPERIÊNCIAS E ARTICULADORES DE ENCONTROS.
SOMOS CONTADORES DE HISTÓRIAS, CRIADORES DE EXPERIÊNCIAS E ARTICULADORES DE ENCONTROS.
SOMOS CONTADORES DE HISTÓRIAS, CRIADORES DE EXPERIÊNCIAS E ARTICULADORES DE ENCONTROS.

Desfazemos fronteiras para unir diferentes mundos e entendemos que o todo é maior que a soma das partes. Trabalhamos a abundância como prática coletiva.
"FAZER ABUNDAR
NO SEIO DE CADA LUGAR
POR ONDE PASSAR
A GRAÇA DA FARTURA"
O NOSSO JEITO
(COMO O YAKÃ FAZ AS COISAS)

Metodologia Yakã: cada pessoa contribui, o coletivo transforma.
O Raya Ramiwa é um organismo vivo de construção coletiva.
Não impomos métodos; nós escutamos com todos os sentidos. Toda ação nasce das necessidades percebidas e decididas coletivamente pelas lideranças da aldeia. Operamos a partir de caminhos participativos, unindo Nawás (não indígenas) e indígenas, onde responsabilidades são compartilhadas e as transformações são moldadas a quatro mãos.
O Raya Ramiwa é um organismo vivo de construção coletiva.
Não impomos métodos; nós escutamos com todos os sentidos. Toda ação nasce das necessidades percebidas e decididas coletivamente pelas lideranças da aldeia. Operamos a partir de caminhos participativos, unindo Nawás (não indígenas) e indígenas, onde responsabilidades são compartilhadas e as transformações são moldadas a quatro mãos.
O Instituto Yakã apresenta sua metodologia de atuação, listando a organização a partir das seguintes etapas:
O Instituto Yakã apresenta sua metodologia de atuação, listando a organização a partir das seguintes etapas:
ESCUTAR
CONECTAR
REALIZAR
CELEBRAR
PERMANECER



Nossos projetos nascem da escuta, ganham forma por meio da construção coletiva e se concretizam em entregas capazes de gerar impacto positivo. Organizamos ideias, desenhamos caminhos, mobilizamos redes de apoio conectando pessoas, saberes, instituições e recursos em torno de propósitos comuns.
Nossas etapas são mebianas, circulares e nossos princípios são éticos e ancorados na antropologia, na sustentabilidade e no respeito às pessoas, aos saberes e à natureza.
Trabalhamos com a escrita, com o desenho, com a experimentação, com a construção e com a palavra. Construímos pontes entre diferentes conhecimentos, aproximando ancestralidade, ciência, criatividade, arte, design e educação.
Por isso, atuamos como articuladores, facilitadores e realizadores. Fortalecemos autonomias e celebramos cada passo da caminhada.
Trabalhamos para que pessoas, comunidades e territórios desenvolvam sua própria capacidade de continuidade, garantindo que os resultados permaneçam vivos muito além da nossa presença.

Nossos projetos nascem da escuta, ganham forma por meio da construção coletiva e se concretizam em entregas capazes de gerar impacto positivo. Organizamos ideias, desenhamos caminhos, mobilizamos redes de apoio conectando pessoas, saberes, instituições e recursos em torno de propósitos comuns.
Nossas etapas são mebianas, circulares e nossos princípios são éticos e ancorados na antropologia, na sustentabilidade e no respeito às pessoas, aos saberes e à natureza.
Trabalhamos com a escrita, com o desenho, com a experimentação, com a construção e com a palavra. Construímos pontes entre diferentes conhecimentos, aproximando ancestralidade, ciência, criatividade, arte, design e educação.
Por isso, atuamos como articuladores, facilitadores e realizadores. Fortalecemos autonomias e celebramos cada passo da caminhada.
Trabalhamos para que pessoas, comunidades e territórios desenvolvam sua própria capacidade de continuidade, garantindo que os resultados permaneçam vivos muito além da nossa presença.
CONHEÇA QUEM JÁ FAZ PARTE DO RAYA RAMIWA
A REDE DO RAYA RAMIWA É TECIDA PELA UNIÃO DE GUARDIÕES INDÍGENAS E NÃO INDÍGENAS QUE COMPARTILHAM O PROPÓSITO DE FORTALECER A VIDA, OS SABERES E A AUTONOMIA DA FLORESTA.
A REDE DO RAYA RAMIWA É TECIDA PELA UNIÃO DE GUARDIÕES INDÍGENAS E NÃO INDÍGENAS QUE COMPARTILHAM O PROPÓSITO DE FORTALECER A VIDA, OS SABERES E A AUTONOMIA DA FLORESTA.
A REDE DO RAYA RAMIWA É TECIDA PELA UNIÃO DE GUARDIÕES INDÍGENAS E NÃO INDÍGENAS QUE COMPARTILHAM O PROPÓSITO DE FORTALECER A VIDA, OS SABERES E A AUTONOMIA DA FLORESTA.


Toda ação nasce das necessidades percebidas e decididas coletivamente pelas lideranças da aldeia. Operamos a partir de caminhos participativos, unindo Nawás (não indígenas) e indígenas, onde responsabilidades são compartilhadas e as transformações são moldadas a quatro mãos.
Somam-se a essa caminhada um conselho de atuação multidisciplinar e uma base forte de trabalho, articuladores de diferentes frentes dos projetos de Saúde, Território, Educação e Cultura.

Txima
Pedagoga, pesquisadora e liderança feminina da Aldeia Arco-Íris. | AC

Vinicius
Historiador e especialista em moda e design. | SC

Pajé Mãntaka
Cacique, pajé das medicinas da floresta e guardião dos saberes ancestrais da Aldeia Arco-Íris. | AC

Miguel
Arquiteto | SC

Hashuani
Estudante de Pedagogia e professora das crianças da Aldeia Arco-Íris. Jordão | AC

Maykon
Fotógrafo e produtor audiovisual.| SC

Kupi Mãntaka
Artista, txaná e estudante. | AC

Mônica
Psicanalista e analista ambiental. | MG
Diego
Arquiteto | SC
Somam-se a essa caminhada um conselho de atuação multidisciplinar e uma base forte de trabalho, convidados especialmente para atuar em conjunto neste projeto, articuladores de diferentes frentes dos projetos de Saúde, Território, Educação e Cultura.
A construção do projeto tem como base a liderança de Txima, pedagoga, líder da Aldeia Arco-Íris e idealizadora do Raya Ramiwa. Ao seu lado estão Mônica (Txipaní), Miguel (Bixku) e Vinícius (Schanê), diretores e articuladores do Instituto Yakã, correalizadores, responsáveis por conectar pessoas, conhecimentos e oportunidades para o desenvolvimento das ações.
A construção do projeto tem como base a coordenação de Txima, pedagoga, líder da Aldeia Arco-Íris e idealizadora do Raya Ramiwa. Ao seu lado estão Mônica (Txipaní), Miguel (Bixku) e Vinícius , diretores e articuladores do Instituto Yakã, correalizadores, responsáveis por conectar pessoas, conhecimentos e oportunidades para o desenvolvimento das ações.
Somam-se a essa caminhada um conselho de atuação multidisciplinar e uma base forte de trabalho, articuladores de diferentes frentes dos projetos de Saúde, Território, Educação e Cultura.
Conecte o seu superpoder a este ecossistema.
(
COMUNIDADE)
Queremos conhecer seu superpoder. O Raya Ramiwa entende que nenhuma transformação acontece sozinha. Por isso, seguimos ampliando nossa rede de apoio, convidando pessoas indígenas e não índigenas, organizações, empresas, pesquisadores, profissionais, educadores, criativos, fazedores, entusiastas e sonhadores a fazerem parte desta jornada.
Chamamos essa base de apoio de Comunidade. Um espaço aberto para quem deseja compartilhar apoio, patrocínio, conhecimentos, recursos, experiências, doações, tempo ou talentos. Afinal, toda pessoa carrega um superpoder capaz de contribuir para a construção de futuros possíveis.
Chamamos essa base de apoio de Comunidade. Um espaço aberto para quem deseja compartilhar apoio, patrocínio, conhecimentos, recursos, experiências, doações, tempo ou talentos. Afinal, toda pessoa carrega um superpoder capaz de contribuir para a construção de futuros possíveis.
O seu apoio viabiliza a execução da Escola do Futuro, das ações de saúde, a chegada de estrutura sanitária e a manutenção da cultura Huni Kuin e o cuidado com a floresta.
Este convite é para você!

CONECTE-SE
Se você sentiu o chamado, preencha o formulário e nos conte sobre você.
Para nós, será uma honra iniciar esse diálogo e contar com a sua energia nesse rio.


CRÉDITOS
As fotos desta páginas são de autoria de Maykon Barbi, um dos integrantes do projeto Raya Ramiwa.
As ilustrações utilizadas nesta página são pequenos fragmentos retirados de obras do livro monográfico MAHKU: Mirações, editorial orquestrado pelo MASP (Museu de Arte de São Paulo), onde encontram-se diversos trabalhos do Movimento dos Artistas Huni Kuin,

1 Ibã Huni Kuin, Bane Huni Kuin, Rare Huni Kuin, Ayani Huni Kuin, Nawa Ibã Neto Huni Kuin, MAHKU
Yube Inu, Yube Shanu [Mito do Surgimento da bebida sagrada nixipae], 2020

2,3 Acelino Huni Kuin, MAHKU
Nahene wakame [A cura vem das águas], 2022

4 Yaka Huni Kuin, MAHKU
Yame awa kawanei [Anta Passando à noite], 2017
5 Bane Huni Kuin, MAHKU
Sem título, 2011

6 Ibã Huni Kuin, Acelino Huni Kuin, MAHKU
Dia a dia na escola, 2020
7,11 Ibã Huni Kuin, Tene Huni Kuin
Sem título, 2017

8 Ibã Huni Kuin, Kássia Borges Karajá
Rashuaka [Soprando], 2022

9 Ibã Huni Kuin, Isaka Huni Kuin
Hawã rautibuya [Miração], 2014

10 Bane Huni Kuin
Yame awa kawanei [Anta passando à noite], 2021

12 Acelino Huni Kuin, MAHKU
Txãi pûke ruakê [Quati], 2022
13 Acelino Huni Kuin, MAHKU
Kapewë pukeni [Jacaré Ponte], 2022

14 Ibã Huni Kuin, Acelino Huni Kuin, Kássia Borges Karajá, MAHKU
Kapewë pukeni [Jacaré-ponte], 2021


1 Ibã Huni Kuin, Bane Huni Kuin, Rare Huni Kuin, Ayani Huni Kuin, Nawa Ibã Neto Huni Kuin, MAHKU
Yube Inu, Yube Shanu [Mito do Surgimento da bebida sagrada nixipae], 2020


2,3 Acelino Huni Kuin, MAHKU
Nahene wakame [A cura vem das águas], 2022


4 Yaka Huni Kuin, MAHKU
Yame awa kawanei [Anta Passando à noite], 2017
5 Bane Huni Kuin, MAHKU
Sem título, 2011


6 Ibã Huni Kuin, Acelino Huni Kuin, MAHKU
Dia a dia na escola, 2020
7,11 Ibã Huni Kuin, Tene Huni Kuin
Sem título, 2017


8 Ibã Huni Kuin, Kássia Borges Karajá
Rashuaka [Soprando], 2022


9 Ibã Huni Kuin, Isaka Huni Kuin
Hawã rautibuya [Miração], 2014


10 Bane Huni Kuin
Yame awa kawanei [Anta passando à noite], 2021


12 Acelino Huni Kuin, MAHKU
Txãi pûke ruakê [Quati], 2022
13 Acelino Huni Kuin, MAHKU
Kapewë pukeni [Jacaré Ponte], 2022

14 Ibã Huni Kuin, Acelino Huni Kuin, Kássia Borges Karajá, MAHKU
Kapewë pukeni [Jacaré-ponte], 2021




